Uma vitória construída no meio de campo – ANÁLISE TÁTICA WEST HAM 3 x 1 FULHAM

Por Felipe Holanda

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O West Ham teve o meio de campo como o grande trunfo na vitória por 3 x 1 em cima do Fulham por 3 x 1, pela 27ª rodada da Premier League. Com muita fluidez no setor, a equipe treinada por Manuel Pellegrini foi amplamente superior e construiu o resultado positivo em cima dos Cottagers.

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Nas quatro linhas, o West Ham conseguiu controlar as ações de boa parte do jogo. Mas tomou um grande susto logo nos primeiros minutos de bola rolando, com duas chegadas do holandês Ryan Babel. Na segunda delas, o atacante botou para o fundo das redes e abriu o placar em Londres.

Foi aí que o meio-campo precisou entrar no jogo. Pellegrini adiantou a marcação e empurrou o Fulham para a defesa. A dupla de zaga passou a atuar mais adiantada, formando praticamente uma única linha de cinco se unindo aos dois laterais e um dos volantes.

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Rice era esse volante que ficava mais encarregado de proteger a defesa, mas Mark Noble também cumpria a função com maestria. A qualidade do passe de Noble dava mais fluidez ao time na saída para o ataque. Noble se juntava a Zabaleta e à dupla de zaga para formar um quarteto defensivo, contra apenas um atacante do Fulham. No caso, Babel.

WhatsApp Image 2019-02-14 at 16.08.04Reprodução/Football Bloody Hell.

Apesar de dominar a posse de bola, o West Ham não conseguia furar o bloqueio defensivo imposto pelo técnico Claudio Ranieri. Restaram para os Hammers em investidas em jogadas de bola parada. Com cobranças de escanteios, quase veio o empate. Mas a defesa dos visitantes se mantinha intacta, com marcação mista, zonal e individual e apenas um homem na sobra.

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Mas foi de uma cobrança de escanteio que nasceu o gol de empate. Após bate-rebate, Ogbonna escorou e Chicharito, com a mão, empurrou para o fundo das redes. O árbitro não viu e, como não tem VAR na Premier League, a reclamação dos jogadores do Fulham foi em vão.

O segundo gol foi bem parecido. Cobrança de corner. Diop subiu mais alto que todos os defensores e testou para o fundo do barbante e fez  2 x 1, deixando o West Ham em vantagem pela primeira vez no confronto, ainda no primeiro tempo.

Na dianteira, o West Ham dominou de vez o páreo. Entrou na segunda metade com mais confiança e ditava o ritmo do jogo àquela altura. Enquanto o lado direito ajudava mais na marcação, com Zabaleta e Antonio, o esquerdo era só verticalidade, com Felipe Anderson e Snosgrass chegando ao ataque e formando um 4-3-3 com nuances para o 4-2-2-1-2.

O meio de campo continuou sendo o grande alicerce dos comandados de Pellegrini. Rice voltou a mostrar seu valor na marcação e na transição ofensiva, sendo um dos grandes destaques do jogo e reiterando o status de titular absoluto. O jovem revelado pelo West Ham foi um dos que mais se movimentou em campo.

WhatsApp Image 2019-02-14 at 16.08.04Reprodução/Between The Posts.

Nos últimos minutos, quando tudo se encaminhava para o 2 x 1, Antonio selou o resultado no Estádio Olímpico. O camisa 30 aproveitou grande jogada de Arnautovic, testou para o fundo  gol e fez o terceiro dos Hammers.

@WHTaticas

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