O equilibrado Tupy: ANÁLISE TÁTICA – CASTELO 0 x 3 TUPY

Por Juliano Rangel

No jogo em que a palavra recuperação era a mais buscada pelas duas equipes, o Tupy se mostrou uma equipe mais organizada desde os primeiros minutos, explorando os erros do Castelo e sendo letal nos ataques. Resultado, vitória por 3 a 0, fora de casa.

O Tupy começou a partida de forma mais ofensiva e marcando a saída de bola do Castelo no esquema 4–2–3–1. A equipe variava para o 4–4–2, com os retornos de Mádison (na esquerda) e Canário (na direita), que diferente da partida contra Desportiva, atuou mais pelo meio-campo, abrindo espaços para os avanços do lateral Edmar Chazinho na ponta direita.

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O Castelo também atuava num 4–2–3–1, utilizado da saída de bola com três jogadores — Igor Caldeira, Rhuan e Paulinho, e os laterais se posicionando bem abertos. Com a bola, a equipe chegava a atuar num 4–1–4–1, com Lucas encostando na linha de meio-campo, e Paulinho trabalhando na frente da linha de defesa.

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Apresentando um ataque muito móvel, o Tupy utilizava do toque de bola, invertendo o jogo e aproveitando os espaços para as ultrapassagens pelos lados, como no lance do primeiro gol, marcado pode Diego Neves.

Os comandados de Wagner Nascimento também souberam aproveitar a falta de equilíbrio da linha defensiva do Castelo, como na jogada do segundo gol, em que Diego Neves é visualizado por seis marcadores, e Canário aparece livre no meio da área para receber e marcar.

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Ambas as equipes praticavam uma marcação mista com encaixes setorizados, mas se diferenciando em alguns pontos. O Tupy, em vários momentos, marcava em bloco médio e mais compacto, enquanto que o Castelo só começou a pressionar a saída de bola do Tupy depois dos 20 minutos iniciais.

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Na segunda etapa, o Castelo retornou apresentando muitos espaços em sua linha defensiva, com o Tupy marcando pressão sob o portador da bola e a recuperando. Em uma jogada construída desta forma, a equipe do técnico Wagner Nascimento seu ao seu terceiro gol.

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O 3 a 0 no placar fez o Castelo mudar seu esquema para o 4–3–3, com o volante Sallen entrando no lugar do meio-campo Jonathas. A troca, deu mais liberdade para os laterais avançarem, mas a equipe continuava com dificuldades para chegar ao ataque, só conseguindo furar a defesa do Tupy nas jogadas pelo alto.

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Com as duas equipes modificando suas escalações, o jogo teve uma queda de ritmo na parte final, com ambos os times terminando a partida com seus esquemas espelhados no 4–3–3.
@Julianords

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