PONTE PRETA x SAMPAIO CORRÊA – ANÁLISE PÓS-JOGO

Por Bruno Alves

A Ponte Preta tentou atacar, o Sampaio se defendeu como podia. No geral, poucas chances e um empate sem gols no jogo de ida das duas equipes na terceira fase da Copa do Brasil. Eduardo Baptista apostou principalmente na movimentação de Tiago Real e Daniel para tentar quebrar a marcação maranhense, enquanto Francisco Diá se demonstrou satisfeito com o empate desde o início do jogo.

Com um jogo de muita troca de posições, principalmente na trinca de meio-campo com Tiago Real, Daniel e Felipe Saraiva, a Ponte Preta abriu espaços pela esquerda. Enquanto Fumaça tentava fechar a segunda linha do Sampaio, Junio Rocha apresentava pouco aproveitamento defensivo e isso resultou em um corredor explorado pela Macaca até os 25 do primeiro tempo.

Nesse período, os avanços de Orinho já deram alguns sustos para a defesa do Sampaio. Daniel, em uma infiltração na área, conseguiu finalizar com perigo. Para fechar o setor, Diá apostou na entrada do volante César Sampaio, abrindo mão de Rodrigo Fumaça e de um possível caminho para encaixar contra-ataques.

ponte 1Tiago Real e Daniel alternavam posicionamento, abrindo espaço para os avanços da Ponte Preta na direita. Feito com o Tactical Pad.

O volante passou a acompanhar Tiago Real fazendo a marcação individual. O problema foi solucionado somente em parte. Real passou a evitar o jogo pela ponta e Felipe Saraiva, que estava atuando mais pela direita, inverteu de lado, voltando a dar trabalho para a zaga maranhense. Apesar de conseguir criar espaços, faltou para o time paulista, alguém que pudesse finalizar ou dar uma assistência com maior precisão. O Sampaio, no primeiro tempo, não assustou o goleiro Ivan.

No segundo tempo, a principal mudança do Sampaio foi com Fernando Sobral buscando o jogo pelas duas pontas, enquanto Marlon, em algumas oportunidades, ia pela direita. Movimentação habitual da equipe comandada por Diá. Na Ponte Preta, Saraiva voltou a atacar pela direita e César Sampaio a executar de vez a função de volante, acompanhando Real por dentro.

ponte 2A entrada de César Sampaio foi a principal mudança tática do jogo. Com o volante fechando a marcação na esquerda, Junio Rocha foi adiantado pelo Sampaio. Feito com o Tactical Pad.

 O Tricolor maranhense teve suas melhores oportunidades em lances de bola parada, enquanto a Ponte tentava chegar na troca rápida de passes, que é um dos melhores caminhos para quebrar marcações. O jogo caiu de ritmo quando Eduardo Baptista recuou Tiago Real para a linha de volantes junto com João Vitor. Naquela altura, Silvinho já estava em campo e ameaçou principalmente pela esquerda, mas no fim, ninguém conseguiu balançar as redes no Castelão.

 @BrunoAlves22

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